quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Viver os DIREITOS HUMANOS

Os direitos são para todos...
Assim, cada um de nós deve viver respeitando os outros,
aceitando-os como são, aprendendo com eles.
Cada gesto nosso em relação ao outro, por mais pequeno que seja, vale muito!
Transforma o mundo, tornando-o mais justo e mais fraterno.
"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade."
(Dec. Uni. D.H. art. 1º)
TODO O SER HUMANO TEM DIREITO Á IDENTIDADE...

DIREITOS HUMANOS... desrespeito!

Apesar de naturais ao ser humano e essenciais ao seu desenvolvimento, os DIREITOS HUMANOS nem sempre são respeitados em todos os lugares nem por todas as pessoas. Os exemplos, as imagens, as notícias, as histórias... abundam.

Um pouco de história... DIREITOS HUMANOS!


Os ideais dos DIREITOS HUMANOS emergiram com muita força depois da II Guerra Mundial. A exterminação, levada a cabo pela Alemanha Nazi, de mais de seis milhões de judeus, ciganos, homossexuais e deficientes, horrorizou o mundo.
Os governos de vários países fundaram então as Nações Unidas com o objectivo principal de apoiar a paz e evitar a guerra. As pessoas queriam garantir que nunca mais se negaria a vida, a liberdade, o abrigo e a nacionalidade a ninguém.
A 8 de Dezembro de 1948, a ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, segundo a qual todos devem agir, uns em relação aos outros, com espírito de fraternidade.
Em 1978, Portugal ratificou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos.

Palavras Chave dos Direitos Humanos...

Os DIREITOS HUMANOS



Apesar de sermos diferentes uns dos outros, fruto da diversidade cultural, todos temos o mesmo valor e os mesmos direitos.
Os DIREITOS HUMANOS são uma garantia de que cada pessoa é respeitada na sua dignidade e nas suas características específicas. Eles são fundamentais para um desenvolvimento humano pleno.
Os DIREITOS HUMANOS são: inalienáveis (ninguém mos pode tirar), interdependentes e indivisíveis (não posso ter apenas alguns, deixando outros de lado), naturais ao próprio homem (independentemente de estarem escritos na lei, eles existem), universais (são de todos, independentemente da sua nacionalidade, sexo, raça, credo ou convicção política), exigem corresponsabilidade (todos devem colaborar na construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna).